28 de fevereiro de 2013

Limpeza de feridas 2


O principal objetivo da realização de curativos é a manutenção da ferida limpa, evitando a proliferação de microorganismos no leito da ferida. Para isso, diversos produtos já foram e ainda são utilizados para este fim.

Aquasept Plus com PHMB (Walkmed)
Prontosan (B. Braun)

Um produto inovador que promete revolucionar o tratamento de feridas é o PHMB (Poli-Hexa-Metileno-Biguanida ou Polihexanida). É um composto molecular derivado da arginina e que possui diversas vantagens para o tratamento de feridas.

Vantagens


1. Ação bactericida, esporicida, fungicida e viricida - diversos estudos tem comprovado estes efeitos. Como resultado, percebe-se a eliminação ou redução do odor da ferida nas primeiras 72 horas de tratamento.

2. Ausência de resistência microbiana - devido às propriedades moleculares dos envoltórios dos microorganismos.

3. Não é citotóxico - por isso pode ser utilizado em praticamente todos os tipos de curativo, tanto para o preparo da pele quanto para a limpeza do leito da ferida.

4. Possui ação surfactante - uma das maiores vantagens do PHMB pois o mesmo é capaz de penetrar e remover o biofilme, que normalmente se forma em feridas crônicas e impede uma limpeza eficaz.

5. Favorece o debridamento autolítico.


Desvantagem


O preço ainda considerado elevado em comparação a outros produtos corriqueiramente utilizados em curativo. Um frasco com 100 ml da solução a 0,1% possui preço médio de R$ 50,00. Frascos maiores, com 300 a 350 ml custam em torno de R$ 80,00.
Em contrapartida o uso do PHMB pode reduzir o período de cicatrização da ferida, consequentemente reduzindo o período de internação e os custos totais com curativo.
Com a popularização do seu uso é provável que o preço seja reduzido em alguns anos.

Modo de usar


O PHMB pode (e deve) ser utilizado tanto na pele quando no leito da ferida.
Se a ferida já estiver coberta, remova o curativo anterior. Casa haja dificuldade na remoção, o curativo primário anterior pode ser umedecido com PHMB. Utilize gazes com PHMP para a limpeza da pele e do leito da ferida. Pode ser deixada uma gaze com PHMB no leito da ferida por alguns para favorecer a ação surfactante e remoção de biofilme. Seque a pele ao redor da ferida e cubra com o curativo escolhido. Não é necessário secar o leito da ferida, a não ser que haja acúmulo do produto em cavidades ou túneis.

Nota 1: Recomenda-se o uso do produto puro. Isto é, não é necessário utilizar nenhum outro produto para limpeza de feridas como PVP-I, clorexidina, solução salina ou água.

Nota 2: Após a ferida estar limpa, pode-se utilizar qualquer cobertura (gaze, alginato, hidrogel, hidrocolóide, etc), de acordo com o tipo de ferida.

Artigos relacionados:
Tipos de cobertura para curativo
Limpeza de feridas


4 de fevereiro de 2013

Tipos de cobertura para curativo

1. Compressas de gaze


Compressas de gaze estéril
Compressas de gaze

É a cobertura mais comumente utilizada devido ao seu baixo custo.

Possui moderado poder absortivo proporcionado pelas fibras de algodão que a compõem. Quando saturada passa a ser meio de cultura de micro-organismos. Por conta disso as trocas precisam ser efetuadas a cada 24 horas, no máximo (exceto para enxertos de pele).

Quando da sua remoção comumente agride ao tecido neoformado, muitas das vezes causando dor e sangramentos.

É também muito utilizada como cobertura secundária a outros tipos de curativo.

2. Papaína

Bisnaga plástica comumente utilizada por farmácias de manipulação
para embalar papaína em gel.

Encontrada nas formas pó ou gel, em diversas concentrações pois geralmente só é encontrada em farmácias de manipulação. É indicada para debridamento químico de feridas onde se encontram esfacelos ou fibrina. Tem pouco efeito sobre tecidos necrosados mumificados. Não deve ser utilizada em áreas com exposição óssea ou de tendões, nem em feridas próxima aos olhos. Quando em gel, deve ser mantida sob refrigeração entre 2 e 8°C.

Frequência das trocas: no máximo a cada 24 horas.

3. Ácidos graxos essenciais (A.G.E.) e triglicerídeos de cadeia média (T.C.M.)


Dersani Original
Dersani (A.G.E. e T.C.M.)

É um produto registrado na ANVISA como cosmético grau 2, inicialmente utilizado como hidratante para a pele. Começou a ser utilizado empiricamente nos leitos das feridas para estimular a granulação e epitelização. Possui comprovado efeito na prevenção de feridas e estímulo da cicatrização.

Frequência das trocas: no máximo a cada 24 horas.

4. Hidrogel


Purilon Gel (hidrogel)

Gel transparente e viscoso, constituído principalmente por alginato de cálcio e sódio, carboximetilcelulose, propilenoglicol e água, que estimula o desbridamento autolítico. Pode ser usado como curativo primário. Indicado para feridas secas, com exsudação mínima a moderada, com presença de tecidos desvitalizados (auxiliando no desbridamento autolítico), limpas ou infectadas, tais como: queimaduras, úlceras venosas, arteriais, por pressão, abrasões e lacerações.

5. Alginato de cálcio e sódio


Placa de alginato de cálcio e sódio.
São constituídos por fibras extraídas de algas marinhas marrons, compostas pelos Ácidos Gulurônico e Manurônico, apresentando íons cálcio e sódio incorporados. Quando em contato com o exsudato forma um gel hidrofílico e não aderente que proporciona um meio úmido sobre a superfície da ferida, promovendo o desbridamento autolítico e absorvendo o excesso de exsudato, permitindo a remoção sem trauma, com pequeno ou nenhum dano para o tecido recém-formado criando, desse modo, um meio adequado para o processo de cicatrização. Além disso, os alginatos de cálcio não são tóxicos e nem alergênicos e são totalmente biodegradáveis, com pouca ou nenhuma reação tissular. Indicados para feridas exsudativas, com sangramento, limpas ou infectadas, agudas ou crônicas, superficiais ou profundas. Também existe uma versão com prata (ação bactericida).

Frequência das trocas:
- Para feridas infectadas, efetuar a troca, no máximo, a cada 24 horas.
- Para feridas limpas exsudativas, efetuar a troca quando o curativo estiver saturado, não deixando permanecer por mais de sete dias.

6. Hidrocolóide


Placas de hidrocolóide em diversos tamanhos

Composto por uma camada interna autoadesiva hipoalergênica, contendo hidrocolóide (CMC-carboximetilcelulose sódica) e uma camada externa de filme de poliuretano. Quando em contato com o exsudato da ferida, a matriz elastomérica é capaz de absorvê-lo, formando um gel que promove o  desenvolvimento de um meio úmido otimizando o processo de cicatrização da ferida e permitindo a troca do curativo sem causar danos ao tecido recém-formado. A camada externa é permeável a gases e vapores de água, porém funciona como barreira oclusiva perante líquidos e micro-organismos ao mesmo tempo em que proporciona uma barreira mecânica à ferida.

Indicado para o tratamento de feridas com leve a moderada exsudação, como abrasões e lacerações superficiais, rachaduras da pele, úlceras de perna (venosas, arteriais e mistas), úlceras diabéticas e por pressão (parcial e total), prevenção de úlceras por pressão, excisões dermatológicas, áreas doadoras, incisões cirúrgicas e feridas externas causadas por traumas.

Frequência das trocas: deve ser trocado se houver extravasamento de exsudato e/ou gel, desprendimento das bordas, ou deslocamento do curativo. Pode permanecer na ferida por até sete dias, dependendo da quantidade de exsudato. Não ultrapassar o período de 7 dias.

7. Espuma de poliuretano



Características:


  • Altamente absorvente.
  • Não-aderente.
  • Fácil de aplicar e remover.
  • Macio e confortável.
  • Minimiza a contaminação por líquidos e bactérias.
  • Estético.
  • Acelera a cicatrização pela manutenção do meio úmido.

É constituído por uma espuma de poliuretano, que em contato com a ferida absorve o exsudato devido a disposição da estrutura celular da espuma e sua afinidade pela água ou líquidos corpóreos presentes na ferida, retendo os fluidos do tecido lesado nos poros da espuma. O curativo mantém no leito da ferida umidade adequada, favorecendo o processo de cicatrização, formação do tecido de granulação e epitelização, permitindo a troca do curativo sem afetar o tecido recém-formado. Também disponível versão com prata.

Mecanismo de ação da espuma de poliuretano

Indicado para o tratamento de lesões de pele superficiais que cicatrizam por segunda intenção, em lesões em fase de granulação com níveis de exsudato moderados ou elevados, incluindo úlceras em membros inferiores, úlceras diabéticas e úlceras por pressão.
Também, é indicado para o tratamento de lesões profundas que cicatrizam por segunda intenção incluindo úlceras por pressão grau III e IV, úlceras profundas de perna, excisões e deiscências pós-operatórias.


Frequência das trocas: varia de acordo com o grau de exsudação da ferida e deve ser substituído assim que atingir a saturação.

8. Carvão ativado com prata


Actisorb Plus (carvão ativado com prata)

Curativo de malha de carvão ativado com partículas de prata envolvido por um envelope de Nylon que permite a passagem do exsudato (secreção) para o carvão que reduz o odor; as partículas prata de são responsáveis por reduzir ou eliminar a infecção. O curativo pode ser colocado diretamente na ferida ainda que haja cavidade pois é maleável e não causa incômodo ao paciente.

Carvão ativado com prata
Mecanismo de ação do curativo de carvão ativado com prata


Esse tipo de curativo deve ser utilizado quando houver infecção e quantidade significativa de secreção já que a mesma deve ultrapassar a malha de Nylon e atingir o carvão que não é liberado no leito da ferida.
É um curativo primário que necessita de um secundário como cobertura, como curativos absorventes, filmes transparentes, gaze+micropore, etc. Em hipótese alguma deve-se cortá-lo (atualmente já existem versões recortáveis) pois a liberação do carvão diretamente na ferida pode retardar a cicatrização e/ou causar descoloração.

Indicado para: úlcera de pressão, feridas por trauma/cirurgia, pé diabético, queimaduras, úlcera de perna.

Frequência das trocas: um único curativo pode durar até 7 dias, dependendo do quadro da ferida.

Outros curativos


Existem diversos outros curativos já em uso ou em desenvolvimento, mas para este artigo citamos somente os mais populares.

Artigos relacionados:



Fontes: CuratecBBraunLoja do CurativoCirúrgica Zona Sul

21 de novembro de 2012

Úlceras de pressão


As úlceras de pressão são frequentes em pacientes acamados. São mais incidentes em pacientes obesos, desnutridos, desidratados e idosos. Podem ser divididas em quatro categorias, numeradas de I a IV, conforme a profundidade da lesão. Na categoria I, observa-se apenas hiperemia. Na categoria II já há formação de flictemas e erosões (lesão da derme). Na categoria III há lesão do tecido subcutâneo e na categoria IV há lesão de tecidos de sustentação (músculos, tendões, ossos, fáscias musculares e outros).


Úlcera de pressão categoria I (hiperemia)


Úlcera de pressão categoria II


Úlcera de pressão categoria III, com granulação e cavitação


Úlcera de pressão categoria IV
Pode-se dizer que existe escara quando na ferida observa-se um a placa escura e endurecida (necrose).


Úlcera de pressão com escara em região do calcâneo

O método mais eficaz para a prevenção da formação destas úlceras é o alívio da pressão nas áreas de risco (proeminências ósseas), através da mudança de decúbito a cada 2 ou 3 horas, no máximo. Métodos auxiliares consistem em manter:

  • a pele limpa, principalmente a região sacra, que está particularmente exposta à ação de fezes e urina;
  • uma boa hidratação da pele, tanto por ingestão adequada de líquidos quanto pelo uso de hidratantes para a pele;
  • um estado nutricional adequado.

Dicas para passagem de sonda nasogástrica ou nasoentérica

Nem sempre o paciente está consciente no momento da passagem da sonda, o que dificulta o procedimento. Mas algumas dicas podem tornar o procedimento mais fácil.


1. Fique atento às contraindicações


Traumatismos cranianos e de face são contraindicações relativas à passagem de sondas nasais devido ao risco de existirem fraturas da base do crânio. Nestes casos a sondagem nasogástrica deve estar prescrita pelo neurocirurgião ou cirurgião bucomaxilar, geralmente após a realização de tomografia computadorizada.
Alternativamente pode ser realizada sondagem orogástrica em pacientes inconscientes, em uso de tubo orotraqueal ou cânula de Guedel.

Ingestão de substâncias ácidas ou cáusticas podem fragilizar a parede do esôfago. Nestes casos, a tentativa de passagem de sondas gástricas pode causar a perfuração do esôfago, provocando mediastinite.

2. Meça corretamente a sonda, marcando com fita adesiva.


Se você marcar um tamanho maior que o indicado vai sentir resistência ao final da passagem e pode ficar confuso quanto ao correto posicionamento.
Medição da sonda para posicionamento gástrico.
Medição da sonda para posicionamento gástrico.
Vale lembrar que a medição correta passa por apêndice xifoide, lóbulo da orelha e nariz. Já vi muita gente medindo apêndice xifoide, nariz e lóbulo da orelha, o que dá uma pequena diferença.
Outro erro comum durante a medição é fazê-las com o paciente apresentando flexão, extensão ou rotação do pescoço. O ideal é deixar a coluna cervical e torácica bem alinhadas, sem travesseiros ou coxins sob a cabeça do paciente.

3. Lubrifique o fio guia, se necessário


As sondas para nutrição enteral vêm com fio guia já instalado, o que mantém a sonda rígida o suficiente para a sua correta colocação. O fio guia metálico, sem revestimento plástico, é particularmente difícil de ser retirado se não for lubrificado antes da instalação da sonda no paciente. Leia atentamente o manual do fabricante da sonda e veja qual a solução mais adequada para a lubrificação. Dê uma pequena puxada no guia para certificar-se que ele desliza com facilidade pela sonda.

Nunca (nunca mesmo) insira o fio guia com a sonda dentro do paciente. Há o risco de perfuração da sonda e, consequentemente, de órgãos internos do paciente.

Sonda para nutrição enteral, com fio guia inserido.

4. Introduza a sonda fazendo movimentos circulares


Estes movimentos facilitam a introdução da sonda, principalmente a sua passagem pelos pontos de resistência. Estes pontos são: septo nasal, a porção posterior da fossa nasal, a nasofaringe, a epiglote, a cárdia e o próprio corpo do estômago. A porção posterior da fossa nasal é o ponto que normalmente apresenta maior resistência, sendo comum a ocorrência de pequenos sangramentos devido à fragilidade dos vasos sanguíneos dessa região.
Pontos de resistência à passagem de sonda nasogástrica
Pontos que apresentam resistência à passagem da sonda, marcados em vermelho

5. Estimule a deglutição quando perceber que a sonda está impactando na epiglote


Com o paciente consciente é simples: basta pedir que engula a sonda.
Em pacientes inconscientes, faça pequenos movimentos de vai-e-vem (1 a 2 cm) neste ponto e observe o deslocamento da cartilagem tireóidea no sentido do crânio, indicando a deglutição. Durante este movimento prossiga rapidamente com a introdução da sonda, que deverá então estar descendo pelo esôfago.

6. Verifique o posicionamento correto


Faça os testes para certificar-se que a sonda está realmente no estômago. Certeza mesmo somente através de radiografia, mas a ausculta de ruídos hidroaéreos e aspiração de conteúdo gástrico já dão uma boa segurança quando a radiografia não pode ser realizada.
Caso ainda tenha dúvida, não tenha vergonha: peça a um colega mais experiente para confirmar o posicionamento.

29 de outubro de 2012

II Encontro de Enfermagem Obstétrica e Neonatal do Maranhão - II ENEON



ENFERMAGEM OBSTÉTRICA E NEONATAL – Nos dias 8 e 9 de novembro, a Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras, através da sua seccional do Maranhão, promoverá o II Encontro de Enfermagem Obstétrica e Neonatal do Maranhão – ENEON. O evento, que tem como tema “A Inserção do Enfermeiro Obstetra e Neonatologista nas Políticas Públicas de Saúde da Mulher e da Criança no estado do Maranhão”, é direcionado a todos os profissionais da enfermagem e acontecerá no Auditório Fernando Falcão, da Assembleia Legislativa.


28 de outubro de 2012

Prefeitura de Poção de Pedras (MA) abre concurso para 197 vagas


Localização de Poção de Pedras
As inscrições podem ser feitas até o dia 9 de novembro pelo site www.institutoludus.com.br. A taxa varia de R$ 15 a R$ 70.

A Prefeitura de Poção de Pedras (MA) abriu concurso público para 197 vagas em cargos de nível fundamental, médio e superior. Os salários variam de R$ 622 a R$ 3 mil.

Os cargos de nível superior são para administrador, assistente social, enfermeiro, enfermeiro ESF, engenheiro civil, farmacêutico bioquímico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, médico clínico geral, pediatra, plantonista, médico do ESF, cirurgião geral, anestesiologista, gastroenterologista, ginecologista obstetra, ultrassonografista, cardiologista, oftalmologista, ortopedista, médico-veterinário, nutricionista, cirurgião-dentista, cirurgião-dentista do ESF, psicólogo, terapeuta ocupacional, químico e procurador municipal.

As vagas de nível médio são para monitor do PETI e técnico em enfermagem.

Os postos de nível fundamental são para merendeira, auxiliar de serviços gerais, eletricista, gari, motorista e vigia.

A prova objetiva será aplicada no dia 9 de dezembro, das 8h às 11h.

O concurso terá validade de 2 anos e poderá ser prorrogado pelo mesmo período.

O município tem uma população estimada em 15.533 habitantes (IBGE, 2009).

Poção de Pedras, é uma cidade originária de um desmembramento de Pedreiras.

24 de outubro de 2012

Inscrições abertas para Residência em Enfermagem do MS


residencia_nerjAs inscrições para o concurso de Residência em Enfermagem do Ministério da Saúde 2013 estão abertas de 22 de outubro a 23 de novembro. São oferecidas 68 vagas para ingresso em março de 2013. Com duração de dois anos, as bolsas são no valor de R$ 2.384,82. A seleção é organizada pelo Núcleo Estadual do MS no Rio de Janeiro (NERJ), em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde do RJ e aUniversidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio).
A seleção conta com oportunidades nas áreas de Enfermagem Clínica e Cirúrgica Geral (45), Cardiologia (8), Traumatologia e Ortopedia (6), Hematologia e Hemoterapia (4) e Saúde Pública (5). As atividades de ensino e pesquisa são orientadas pela Escola de Enfermagem Alfredo Pinto da Unirio.
As provas serão aplicadas no dia 13 de janeiro de 2013. Para concorrer, o candidato precisa ter concluído a Graduação em Enfermagem ou estar cursando o último período da faculdade no segundo semestre de 2012.
O treinamento em serviço na especialidade de Enfermagem Clínica e Cirúrgica Geral será realizado nos hospitais federais do Andaraí, Bonsucesso, Cardoso Fontes, Lagoa e Servidores do Estado, além do Hospital Estadual Getúlio Vargas e Hospital Central do Exército.
Já as demais vagas serão cursadas no Instituto Nacional de Cardiologia (INC), no Instituto de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Instituto Estadual de Hematologia (Hemorio), de acordo com a especialidade escolhida. Para a área de Saúde Pública, os campos de treinamento serão desenvolvidos no município do Rio de Janeiro.
As inscrições acontecem pelo site www.makiyama.com.br.

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